Nossa História...
A trajetória do selo editorial Cleópatra Cartonera teve início em 2018, na cidade de Vila Velha, ES. Em seu ano de fundação, foram publicados os primeiros títulos que marcaram a identidade do selo: "Faz de Conta, um Conto – 10 anos de Histórias", de Fábio Aiolfi; "Amor Igual", de Vilma Belfort; além da segunda edição de "Girafilda – A Girafa" (2ª Edição) e da antologia poética "Entardecer - Antologia Poética", ambos de autoria de Fábio Aiolfi.
Em 2019, a Cleópatra Cartonera ampliou sua presença no cenário independente com o lançamento de diversos zines: "Marginal – Antologia Poética" (Fábio Aiolfi); "Marataízes – A Pérola Capixaba" (Bárbara Perez e Fábio Aiolfi); "Loba Mulher" (Bárbara Pérez); Os Sete Pecados (Vilma Belfort e Fábio Aiolfi) e "Não Coma Carne!" (Fábio Aiolfi). Em outubro do mesmo ano, os zines "Marginal – Antologia Poética" e "Não Coma Carne!" foram selecionados para a 3ª Mostra Peibê – Zines e Publicações Independentes, realizada na Fanzinoteca do Instituto Federal Fluminense – Campus Macaé (RJ). Ainda em 2019, foi lançado o livro "Café & Poesia", de Bárbara Pérez, reunindo poemas da consagrada escritora capixaba.
O ano de 2020 trouxe a publicação do zine de poesia concreta "iá casaca!" (Fábio Aiolfi), reafirmando a vocação experimental do selo.
Em 2022, chegaram ao público os zines "Animália" e "Catipum! – Antologia de Poemas Infantis", ambos assinados por Fábio Aiolfi, ampliando o diálogo com leitores jovens e adultos.
Já em 2023, foi publicado o livro "Poeta do Riacho", de Fábio Aiolfi, obra que nasce da vivência poética do autor em Barra do Riacho, ES. No mesmo ano, o zine "Cartilha: Os Números do Pato", também de Aiolfi, integrou o catálogo da editora.
Em 2024, o selo lançou seu segundo zine de poesia concreta: "Poemas Visuais Natalinos", novamente de autoria de Fábio Aiolfi.
O ano de 2025 marca um novo momento para a Cleópatra Cartonera, com o lançamento do zine "Limbo", obra de estreia de Ericles Lira. Além disso, o selo inaugura três revistas literárias virtuais — "Animalista", "Capixabista" e "Epifania – Revista Literária" — abrindo um espaço permanente para a difusão da produção contemporânea. Neste mesmo movimento, retoma-se o projeto do jornal O Aplauso", que originalmente circulou em formato impresso entre 2009 e 2010, agora revitalizado no ambiente digital. Foi criado o Coletivo de Literatura Animalista, fundado por Fábio Aiolfi, Iteuane Casagrande, Samantha De Pieri e Silvane Silveira Fernandes. O coletivo nasce com o propósito de dar voz aos animais e fortalecer a luta por seus direitos. Seu primeiro trabalho foi o EP "Somos o Começo da Revolução!", seguido pela antologia poética "Literatura Animalista – Somos o Começo da Revolução!". É lançado o segundo zine de Ericles Lira intitulado: "Onde Mora o Pensamento". O ano se encerra com o lançamento do livro “Alumbramento – Antologia Poética”, de Fábio Aiolfi. A obra celebra seus 20 anos de trajetória artística, reunindo poemas publicados em livros anteriores e em outras publicações.